sábado, 24 de janeiro de 2009

PARA TI

Pergunto-me se te assusto.
Se a minha vida é demasiada complicada para conseguires perceber.
Não sou perfeita, nunca serei confesso.
Há demasiadas coisas perdidas, palavras que ficaram por dizer e que agora não fazem sentido serem ditas.
Tenho agora esperança; esperança de encontrar em ti a luz do meu norte, mais um ombro amigo; poder compensar-te com o meu ombro, com as minhas mãos; com todo o meu carinho.
Se calhar peço demais. Não tenho esse direito.
Não posso esperar nada, posso somente esperar.
Tento imaginar o que tu achas que é normal ou não. Mas eu sou assim. Sem máscaras ou sorrissos forçados.
Sou mais uma na multidão que agora te surge focada.
Não te assustes, não fujas por favor.
Acompanha-me nesta aventura, lado a lado, sem nada dizer ou pensar.
Somente a meu lado.

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